Integrantes
Daniela Diniz
Dani Diniz é diretora e dramaturga, graduada em Direito pela UnB e mestre em Economia, Políticas Públicas e Indústrias Criativas pela UFRGS. É Diretora de Articulação Institucional e Regulação do Instituto Soma Cidadania Criativa e criadora de conteúdo audiovisual pela Realize.Content, desenvolvendo produtos em diversos formatos com foco em equidade de gênero e justiça social. Atuou como Consultora de Mercado Internacional para a Secretaria de Economia Criativa do Ministério da Cultura e, na Secretaria de Cultura do Distrito Federal, foi Assessora de Políticas Culturais e Coordenadora do Programa Conexão Cultura. Com 15 anos de trajetória na companhia multilinguagem cia. víÇeras, Daniela é cocriadora de projetos híbridos, tanto audiovisuais quanto cênicos. Na companhia, esteve à frente dos espetáculos Godô Chegô! (2011), Casting de Elenco II (2012), Frangx Fritx (2014) e A Solidão de Não Estar Só (2020). Como dramaturga e diretora, escreveu e circulou com os espetáculos Sem Sentido (2011 e 2015), Depois da Chuva (2011) e o musical Rádio Retrô – Divas da Era (2013, 2015 e 2016). No audiovisual, co-dirigiu o longa-metragem A Mãe de Maria e o curta-documentário E Quem é o Pai? (2013), premiado como Melhor Filme e Melhor Documentário no Festival Curta Brasília 2013. Foi contemplada em 2010 com a Bolsa de Residência Artística da Funarte para pesquisa sobre o processo dramatúrgico do Teatro da Vertigem. Em 2011, desenvolveu pesquisa em dramaturgia e teatro de grupo com sete companhias do Distrito Federal: Teatro do Concreto, S.A.I., Teatro de Açúcar, Celeiro das Antas, Udi Grudi, Cia. Andaime e De 4 é Melhor.
Portfólio completo: https://goo.su/gS0tsC
Marcia regina
Marcia Regina é uma multiartista (atriz, dançarina, diretora, artista visual, coreógrafa, cineasta e arte-educadora) brasileira, mulher, periférica, lgbtqipn+, nascida em Todos os Santos no Piauí.
Formada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB), desenvolve trabalhos nas áreas de dança, teatro, cinema e artes visuais. Seus processos de criação incluem música, literatura, texto, fotografia e vídeo, além de ações como soltar pipa, coletar achados e perdidos, e lidar com cochonilhas. É co-fundadora das coletivas transdisciplinares cia. víÇeras, coisAzul e da produtora audiovisual Baleia Filmes. E diretora audiovisual dos festivais: Movimento Internacional de Dança (MID) e Festival do Teatro Brasileiro (FTB). É mestre em Arte Contemporânea pelo Programa de Arte Visuais (PPGAV) pela UnB, na linha de pesquisa: Deslocamentos e Espacialidades. Atualmente faz duas Especializações Lato Sensu: Estudos Amazônicos no Núcleo de Estudos Amazônicos NEAz/CEAM/UnB e Formação Docente em Práticas Somáticas e Dança pelo Instituto Federal de Brasília – IFB. É integrante do grupo de pesquisa Vaga-mundo: Poéticas nômades. Em 2024, foi homenageada no 75o Cometa Cenas, realizado pelo Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília (UnB), como uma figura representativa das mulheres na cena candanga. Por 8 anos, foi dançarina e criadora no grupo Anti Status Quo companhia de dança.
Portfólio completo: https://goo.su/fIfIuep
Déborah Alessandra
Déborah Alessandra é artista periférica das artes performativas, é graduada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília – UnB e desenvolve investigações híbridas e indisciplinares. Atriz, bailarina, coreógrafa e diretora, integrou o Laboratório de Performance e Teatro do Vazio (2011–2014) e foi membro da Anti Status Quo Companhia de Dança (2015–2023).
Atualmente é integrante da cia. víÇeras, colaboradora da plataforma franco-brasileira Bruta Corp e pesquisadora no Laboratório Ábaco de Pesquisas Interdisciplinares sobre Tecnologias e Educação, dedicando-se às relações entre tecnologias digitais, práticas artísticas e educação. É pós-graduanda em Práticas Somáticas e Dança pelo Instituto Federal de Brasília. Sua pesquisa transita por diferentes práticas, articulando corpo, estética e política. Participou de importantes festivais no Brasil, como a Mostra Internacional de Teatro – MIT (SP), Festival Panorama (RJ), Cena Contemporânea (DF), Bienal Sesc de Dança (Campinas), FIAC (Salvador), Porto Alegre em Cena (RS) e outros; e no exterior, como Zurich Movies (Suíça), Mladi Levi (Eslovênia), DDD+FITEI – Foco Brasil (Portugal), Camp_iN (México), BITEF – Belgrade International Theatre Festival (Sérvia) e Festival Fiver (Espanha). Como criadora, assina a concepção e performance de Boca Seca; a concepção, coreografia e performance de Escondida à Plena Vista; a concepção e direção do site-specific Casa dos Sonhos; e a concepção, coreografia e performance da exposição Ficções Corporais.
Portfólio completo: https://goo.su/wiistEP
CAMILA TORRES
Camila Torres é designer, educadora e artista.
Ao longo de mais de 15 anos de prática profissional em design, atuou em espaços criativos de Brasília, São Paulo, Vitória, Pirenópolis e Bangalore-Índia, em projetos de identidade visual, design editorial, motion graphics, aplicativos, sites, expografia, mídias sociais e environmental graphics e design de serviços.
Integra a cia. víÇeras desde 2022. Seus trabalhos recentes incluem criação de material gráfico para a exposição “Ficções Corporais” (2024), os espetáculos “Escondida à Plena Vista” (2024) e “Isto Também Passará Antes que Eu Morra” (2023/24); direção de arte, operação de som e design da obra “Sopro, uma instalação coreográfica” (2022) – todos realizados com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal. Possui mestrado em Design pela Universidade de Brasília e é idealizadora do Lab Das Plantas (dasplantas.com), onde experimenta a interdisciplinaridade entre arte-design-educação em imersões em arte e natureza.
Foi professora de graduação em Design Gráfico, Design de Interiores, Publicidade e Propaganda, Arquitetura e Urbanismo no Centro Universitário IESB, em Brasília. Atualmente é designer-pesquisadora do Nous Ecossistema, realiza doutoramento em Artes Visuais pela Universidade de Brasília e é professora do curso de Bacharelado em Design de Moda na Universidade Estadual do Goiás.
Portfólio completo: https://goo.su/wiistEP
RAMON LIMa
Ramon Lima é um artista brasileiro formado em artes cênicas pela Universidade de Brasília em 2016. Atualmente, ele termina o segundo ano do Master Création Artistique na Université Grenoble Alpes (França), onde ele desenvolve pesquisas nos campos da performance e dança na modalidade de practice based research. Integra igualmente a equipe do Performance Lab, laboratório de pesquisa em artes performativas baseado na Maison de la Création et de l’Innovation – MACI, onde ele trabalha sobre o projeto Gestures & Frequencies, dirigido por Gretchen Schiller. Ele começou sua carreira artística em 2014, trabalhando como intérprete/criador com diferentes diretoras e coreógrafas brasileiras, a exemplo de Alice Stefânia, Leo Sykes, Felícia Johansson, Tatiana Bittar, Marcia Duarte, Rita de Almeida Castro e Luciana Lara. Atualmente, ele se consagra a projetos solos ou colaborações artísticas, onde ele questiona o lugar corpo numa perspectiva relacional e sistêmica com o lugar imbricado, as materialidades envolvidas e as escalas de interação. Essa abordagem tem vazão tanto em espaços convencionais de cena, quanto em espaços não convencionais.
roberto dagô
Roberto Dagô (Santa Catarina, 1990) é um artista brasileiro que trabalha na fronteira entre dança, performance e artes visuais. Na última década, foi intérprete-criador em mais de 10 obras performativas e, desde 2017, o desejo de explorar novos processos de criação motivaram-no a investir ainda mais profundamente em espaços autorais de experimentação e colaboração. Apresentou-se em diversos importantes festivais brasileiros, como o Festival Panorama (RJ), MIT (SP), Cena Contemporânea (DF) e Bienal Internacional de Dança do Ceará (CE), e em festivais internacionais, no México, França, Portugal, República Tcheca, Eslovênia, Sérvia e Suíça, além de trabalhos independentes na Hungria, Croácia e Espanha. Em 2015, Dagô foi apontado como “Influenciador das artes” pelo projeto Retrato Brasília, iniciativa de mapeamento cultural do Banco do Brasil e Correio Braziliense.
De 2009 a 2013, estudou interpretação, criação e direção teatral com Adriana Lodi no quadro da formação prática Teatrando Montagem, no Espaço Cultural 508 Sul. Dagô é bacharel em Artes Plásticas pela UnB – Universidade de Brasília (Brasil), onde desenvolveu pesquisa transdisciplinar acerca das zonas de contaminação entre o desenho e a cena. Afim de investigar outros hibridismos cênicos e plásticos, estudou Cenografia no quadro de um intercâmbio acadêmico na UTL – Universidade Tecnica de Lisboa (Portugal), que concluiu com projeto cenográfico site-specific de interação com o espaço urbano. Em 2019, recebeu do governo francês a bolsa IdEX – Initiatives d’Excellence (programa Investissements d’Avenir) para cursar o mestrado Création Artistique em Arts de la scène na UGA – Université Grenoble Alpes (França), que conclui na modalidade practice-based-research. Neste período, Dagô desenvolve pesquisa teórico-prática a partir da noção de Anticorpo dançante como dispositivo de criação e análise coreográfica.
Atualmente, Dagô é colaborador artístico da cia. víÇeras (desde 2010) e do Entrevazios (desde 2014), coletivos transdisciplinares dos quais também é co-fundador, e da Anti Status Quo Cia. de Dança (desde 2015), dirigida pela coreógrafa Luciana Lara. Dagô desenvolve seu trabalho em projetos solo e coletivos, em territórios de contaminação de práticas, linguagens e materialidades pela criação de paisagens sensíveis. Ele investiga potencialidades políticas e performativas do corpo a partir de protocolos de improvisação para a performance.